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Atendimento na Urgência do INCOR


Papai está nos dando aqueles sustos com sua saúde debilitada, que nos faz desejar que a morte deve vir para que não vejamos nossos queridos sofrerem demais!

Há mais de 30 anos, colocou três safenas.
Nem é preciso dizer que tem uma saúde de ferro, mas obedeceu as regras impostas depois disso.
Parou de fumar, tirou muito da gordura de sua alimentação e continuou com esporte.

Aos 85 anos, uma pessoa que trabalhou mais de 47 anos de sua vida, da entrada no hospital público - INCOR e não há uma alma viva para que nos ajude a tirar este paciente do carro.

Só há seguranças e guardas armados, para evitar algum problema e impor o respeito armado àqueles que estão debilitados.

Ninguém tem uma palavra doce. Carinhosa.
Você encosta a cadeira de rodas com o seu infeliz doente, e fica a espera longa, de ser chamado para a pré-consulta, - consulta e chamada para tratamento...

Pessoas de todos os lugares do país, estão de mala e cuia a espera da saúde!
Acompanhantes cansados e com sono, desalojados, com fome e frio, aguardam a vez de seus doentes serem atendidos em cadeiras encostadas na parede, em forma de corredor, de fronte aos consultórios dos poucos médicos que podem atender. Estes médicos estão de plantão muitas vezes há 24 horas, e zonzos, por tratarem de problemas de velhos ( na grande maioria ) que já não prestam para muita coisa, a não ser - servirem de cobaias para muita gente neste país.

Aí está a primeira parte da experiência que vive no dia 26 se Setembro de 2008

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