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Haiti!

Estamos no dia 14 de janeiro de 2010 e já sofremos tanto por gente que nem conhecemos. Mas como ficarmos indiferentes a tanto sofrimento? Angra dos Reis, e qualquer um de nós poderia estar alí. A ponte que cai no Rio Grande do Sul, e mais dezenas de pessoas desaparecem. As chuvas continuam e como as muitas gotas que caem sobre nós, ela faz aqui e alí, uma vítima ou outra. Não podemos fazer nada contra a natureza que é forte, poderosa e vingativa. Quando acreditamos em silêncio que a calmaria volta a reinar na vida de todos nós, vem a notícia do terremoto no Haiti. Que judiação. Um país tão pobre, sofrido, desajustado, esquecido, largado e necessitado de ajuda, sofre um devastador terremoto que tira deles o pouco que por lá existe. Em meio a uma situação caótica, crianças dormem ao lado dos cadáveres de seus pais e ninguém pode fazer nada! Há um descontrole total, pânico, tristeza, medo demais e ainda a falta de água, a fome, o trânsito infernal, pessoas perdidas sem a notícia de f...

Giovanni Bruno - Uma paixão

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Foi assim que eu comecei a escrever rapidamente sobre esse dono de restaurante em Sampa, que trabalhou muito enquanto garoto para chegar a ser quem é hoje em dia. Dormiu em cima de sacos de batatas porque não tinha casa e sendo assim no dia seguinte, estava no trabalho pronto para mais um dia de luta. Disse que sentiu muitas dores nas pernas durante a vida toda... Esse homem chegou no Brasil em 1950, quando a Itália estava "sentida" e sem esperança, depois da Guerra. Giovanni, caminhou tanto no seu propósito de trabalho em restaurante que acabou recebendo no seu Sogno Di Anarello, pessoas como Pavarotti, Rita Pavone, Roberto Carlos, governadores, prefeitos, artistas, escritores, empresários e muitos amigos que fez durante toda a vida. Foi cozinhar para três presidentes da República e por aí ele segue até hoje. Um belo dia, amigos resolveram escever um livro sobre sua vida. O ano - 1994. O Texto é de Angelo Iacocca, a orelha escrita por um dos organizadores ( Berel Alter...

Sergio Viotti

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Dorival Carper aparece em primeiro plano, sempre muito alegre em festas que sem seu parabéns de Vila Lobos, não há graça nenhuma. Do seu lado a linda e amiga Carolina Nascimento, Antonio Carlos Nascimento, entre o casal, aparece o português e amigo, Bittencourt, do Bela Sintra, e Isabella, a menina, ao fundo pai de Antonio Carlos. Só alegria! Sergio Viotti é uma das pessoas mais queridas que trago dentro do meu peito. Ele e Dorival Carper - seu companheiro há mais de 40 anos! Vida linda dos dois atores, de viagens, de obras de arte, de palavras, de cultura, de sabedoria, de culináira de Dry Martini, de tudo! A verdadeira cumplicidade houve entre os dois a vida toda, e sempre haverá. Viotti, é o maior intérprete de Shakspeare do Brasil, e quiça um dos maiores do mundo! No Jornal Modus Vitae tive o privilégio de fazer com eles, entrevista dentro de sua casa, numa madrugada inesquecível! Regada a vinho, divina comida, muitos livros acomodados por todo o aconchegante apartamento dos dois, ...

Jornalista David Menezes fala do livro de Bebazir Bhutto

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Benazir Bhutto Reconciliação: Islamismo, Democracia e o Ocidente. Editora Agir ( Ediouro). 316 páginas. Por David Menezes Resenha - http://www.revistaliteris.com.br/ Poucas horas antes de ser brutalmente assassinada, a líder política do Paquistão, duas vezes primeira-ministra, Benazir Bhutto, terminou este livro. O livro, escrito em um curto período de tempo, é ao mesmo tempo uma biografia não só de Benazir mas também do seu pai, Zulfikar Ali Bhutto, também líder político do país e executado em 1979 pelo general Zia, ditador de plantão na época; mas é principalmente um testamento político pessoal onde Benazir Bhutto lança propostas de reconciliação e desenvolvimento em seu país e em todo o mundo islâmico. Ela fala, com rigor de detalhes, da sua trágica volta do exílio em outubro de 2007, onde 179 pessoas morreram e centenas ficaram feridas em Karachi, vítimas de bombas colocadas na estrada por onde Benazir e comitiva passavam sob aplausos ...

Maysa mãe de Jayme Monjardim

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Conheci Maysa. Linda, parecia uma gata selvagem, com olhos atentos, charmosa, fumante, e mulher intrigante, maravilhosa cantora que sacanamente nos deixou cedo, - coisas da vida. Quando trabalhei na TV Cultura de São Paulo, havia naquela época bons atores e programas imperdíveis. Muita música, Teleteatro e diretores que deixarão lembranças maravilhosas como Walter George Durst, Moreirinha, Pipoca que hoje é professor na FAAP, e tanta gente de outras áreas que por lá trabalhavam também. Muitos atores ví começar alí com o teleteatro. Maysa foi gravar suas músicas, estava sempre em evidência, ainda mais na década de 70. Voz linda. Cara linda e mãe do diretor Jayme Monjardim, que está promentendo para Janeiro, uma mimissérie contando a história de sua mãe em poucos capítulos - que pena, ela merece um filme, como foi feito com Piaf! Manoel Carlos está também com Jayme, e tenho certeza, a minissérie vai mexer com a emoção de todos os que viveram Maysa Matarazzo ou Maysa Figueira Monj...

Paraolimpíada Emocionante!

Apesar de não gostarmos de ver os problemas dos outros, ou pelo menos a grande maioria não gosta, é incrível assistir o esforço e a beleza dos jovens que estão na China participando da paraolimpíada. Como somos felizes por termos nascido com todos os nossos orgãos perfeitos. Como somos preguiçosos e acomodados. Os atletas não se cansam de correr, de nadar, de buscar a quebra do recorde paraolímpico nas várias modalidades. Lindo também é ver a torcida, os amigos, parentes e presentes assistindo a tudo. Estádios cheios e o estímulo a eles não falta na distante China. Este país sai forte desta Olimpíada e Paraolimpíada. Fizeram tudo com grande dedicação. Lamento que apenas a Sportv é quem mostra as imagens que deveriam servir de exemplo para aqueles que acreditam que o dia foi "chato"... Que não têm dinheiro hoje... Que queriam mais uma roupa, ou um sapato, - e por esta razão são capazes de ficar "de bico" por coisas tão banais. Imagina ser pai ou mãe desses at...

Olimpíada de Pequim

Apesar do número pequeno de medalhas que tivemos na Olimpíada de Pequim, senti em grandes momentos muita emoção. Impossível não se arrepiar quando nossa Bandeira Nacional verde e amarela sobe ao lado de outras para que todos do Estádio e do mundo, conheçam ou revejam nosso maior símbolo. Emoção também senti em momentos que outros países conseguiram seus feitos. Há anos estive na China, em Pequim, e ninguém sabia onde era o Brasil exatamente. Depois de muito esforço em explicar a eles de onde era o nosso grupo de cinco pessoas, de olhos redondos e claros! Coisa rara para eles naquele tempo. Um dos chineses nos entendeu e disse: - "PILI" "PILI" e meu marido identificou que ele se referia a Pelé, e logo chegou ao Brasil, nos reconhecendo. Hoje em dia, tenho certeza que com a internete, com os jogos olímpicos realizados na China e com esta aproximação em forma de festa, relacionamentos e os jogos feitos por lá, eles sabem melhor o que é o Brasil e quem somos nós. S...