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Mulher tem mais medo de apanhar do que ter Câncer


Todo dia Zé Nello Marques, jornalista e conhecido de todos nós, está agora na Rádio Record, AM 1000. A sua voz macia, calma, porém, firme, entrega ao ouvinte, todo o conhecimento e competência que adquiriu ao longo do tempo, - e por estar muitíssimo bem informado, seu programa congestiona os telefones do estúdio para que todos possam interagir com ele, pois este é o formato usado nos dias de hoje.

Na quinta-feira, ele costuma conduzir debates com mulheres convidadas e que não têm "papas na língua". Elas têm personalidade para ajudar a esquentar o debate e o ouvinte se identifica com elas. As notícias vêm para todos nós por meio da própria mídia, e sua competente produção separa tudo para que a ordem do dia esteja sempre muito bem afinada com o programa. O mais interessante é que o ouvinte participa e muitas vezes, ensina muito a todos nós, que estamos ali para trocar idéias. Pois, muitos deles vivenciaram coisas que estão em debate.

Nesta quinta-feira falamos sobre o medo da mulher brasileira, ser maior por apanhar do marido, do que o medo de ela ter câncer. Impressionante isso, não?

É incrível que ainda vivemos numa época com este tipo de coisa. Temos a Lei Maria da Penha, que protege a mulher desse tipo de coisa, mas ainda falta muito pra ela ter o amparo necessário depois da denúncia, pois voltar para casa e dormir com o inimigo, é coisa muito séria.

Acontece muito de a vítima retirar a queixa, por pressão do próprio marido. Houve uma ouvinte que nos contou que sua filha de 30 anos apanha do pai. E ela, a mãe, não suporta mais isto e o ameaçou a última vez que aconteceu. Ele parece ter ficado amedrontado.

Outra entrou no ar, sem querer se identificar e contou que apanhou do marido, foi para a delegacia!

Ouvimos uma senhora, que reclamou sobre a Lei que não é totalmente bem ajustada para proteger a mulher. Ela mesma foi tratada com descaso quando registrou sua queixa na Delegacia da Mulher.

Lamentável para todas nós. Perceber que isto ainda acontece nos dias de hoje. É inaceitável. E pior ainda, é saber que não só há o crime do bater fisicamente na mulher, mas há aquele que humilha a mulher psicologicamente e para isso também existe Lei. A dor tanto física quanto moral, é muito séria.

Para mim, a pior dor é a da indiferença. Se uma mulher “não presta para um homem”, ele deve simplesmente virar as costas e tomar outro rumo na vida, mas jamais bater nela, ou ainda humilhar esta mulher moralmente.

Para ser macho, é preciso muitas vezes, ter classe. A força do "homem", deve ser usada para trocar pneu de caminhão.

Parabéns Zé Nello, vida longa para você na rádio Record e na vida!

Comentários

  1. Oi Conceição,
    Tudo bem?
    Super legal seu blog!!
    Vim através do blog do Peri.
    Menina,morri de rir com a história do banheiro,que sufoco hein!
    Já dei uma olhadinha no blog da Aidinha,sua mãe,que linda,super legal tb!!
    Virei aqui sempre,adorei seu espaço!!
    Beijos
    Ah,se quiser visitar meu blog ficarei mto honrada aliceeventos.blogspot.com

    Beijosssssss

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  2. Con,
    A dor de apanhar, e de ser humilhada, não tem definição. Quando menina, até quase adulta apanhei muito de minha mãe. Antes dela morrer acertamos nossas arestas. Mas lembro perfeitamente da raiva silenciosa que me acometia, quando apanhava. Não entendia pq um ser humano fazia isso à outro e muito menos por ser minha mãe. Cresci proibida de visitar amiguinhas e de levá-las em casa. Superei tudo isso, mas foi uma luta muito ferrenha. Mas muitas mulheres que passam por isso custam a se recuperar e talvez levem marcas externas e internas pelo resto de suas vidas!

    Beijinhos carinhosos

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  3. *Este assunto é sério, *Conceição !!!

    *Ótimo texto !!!

    *Obrigada pelo teu comentário no *Caderninho

    !!! (*Entristeceu-me saber que tu és

    *Palmeirense !!! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk).

    *Ainda não li o livro do teu marido sobre

    o *Timão !!! Procurarei saber sobre o mesmo !

    (É de qual editora ?! ).

    *Ótima semana !!!

    *Beijosssssssssssssssssss.

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  4. Querida Con, ese problema näo é só do Brasil.
    Aqui na España convivemos com êle todos os dias.
    E o perfil da mulher maltratada é o mesmo.
    Baixa Autoestima, mêdo, ignorênça...
    Agora que España é um país que recebe imigraçäo,
    procurando trabalho, (outras épocas foi ao contrario) vêmos que acontece a mesma coisa con gente de outros países que moram aqui.
    Eu näo se como vamos acabar com isso.
    Aqui, o govêrno dispöe para as mulheres muitos meios para poder denunciar, e parar êse horror.
    Mas näo serve de muito. Se a mulher näo quer denunciar, estaremos sempre igual.
    Um beijinho, Bom trabalho, parabéns.

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  5. Bom dia,Con!Não se esqueça de pegar seu selo no meu blog.Abração.

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  6. Bom dia mana!
    É um tema muito sério, só quem sentiu na pele o que é uma perseguição contumaz e agressão psicológica, sabe a importância dessa lei. Vc diz ali acima "Acontece muito de a vítima retirar a queixa, por pressão do próprio marido", é bom esclarecer que, com o advento da Lei Maria da Penha, se tornou impossível a retirada da queixa por não se tratar de apenas mais um B.O (Boletim de Ocorrência)e sim um Inquérito policial, onde o agressor, terá um julgamento e não será mais um dado estatístico, cair na banalização. Pelo menos aqui na cidade onde vivo, a Lei tem funcionado para a grande maioria das queixas. Existe, para quem não tem para onde recorrer, uma casa que acolhe as mulheres vítimas de maus tratos ou agressões, assim como seus filhos menores, é o CEVAM - Centro de valorização da Mulher Consuelo Nasser - http://www.cevam.com.br/. Denunciar sempre é preciso, chega de impunidade!
    Muito boa a baordagem do programa e o post aqui no blog. Beijos

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  7. Minha amiga Silvana, a Lei Maria da Penha, sobre agressões domésticas, ainda é cheia de problemas, como muitas das que são sancionadas aqui. Pois, ela não dá a devida proteção à mulher ou a filha que apanha, depois da denúncia feita.

    Até pouco tempo a mulher era pressionada pelo próprio marido de forma psicológica e se sentia obrigada a retirar a denúncia.

    Hoje em dia, vai para o litigioso e ainda assim, se houver acordo entre os dois, ela é retirada, sim! Pasme, minha querida, mas se houver em juizo, o acordo entre as partes, tudo começa da estaca zero.

    Ainda há muita discussão, e muita coisa para se fazer, pois, estamos no Brasil, e quando a mulher faz a denúncia, ela precisaria ter um lugar para ir, ou o marido deveria sair de casa para um albergue onde teria tratamento psicológico e ficasse assim, afastado dela.

    Saiba que por mais que haja uma briga entre casais que se separam, se houver a vontade dos dois, de reconciliação no casamento, tudo, será feito com facilidade para retomar a antiga condição do casal. Claro está que se houver a partilha feita anteriormente, pode-se deixar como está, ou ainda assim, tudo se mudará. É a Lei, minha linda. A Lei é cheia de brechas...

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  8. Mana, querida!
    Não vamos entrar em contenda aqui.rsrsrs Apenas, como beneficiária da Lei, você bem sabe, precisava expor a importância dela para nós mulheres. No processo da minha separação foi de suma importância, digo ainda, que valeu e vale a pena recorrer à justiça sempre, mesmo as Leis cheias de brechas, caso contrário eu não obteria o êxito que consegui.Há muito o que fazer, é verdade, é preciso mudar todo um sitema de penalizações no país, todos nos sabemos e essa Lei em si só já é um passo para isso aconteça. Estou certa? Beijo grande lindona.

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  9. Sim dona mana, nada de problemas,
    apenas para informar e nem tanto ao pé da letra, pois, não sou advogada, mas como nas rádios e nos debates que fazemos, ouvimos depoimentos das mulheres que são bem atendidas ou não, pois, como dissemos os problemas são inúmeros.

    É preciso dar sorte, persistência,e muito mais. Veja no próprio blog do Zé Nello, o que ele destaca na primeira foto, quando diz que as mulheres constestam a LEI, por ainda não responder às expectativas.

    Você mora fora de São Paulo, e aqui, tudo é mais complicado, é tudo em maior dimensão. Enfim, quis dizer que elas retiram a queixa, antes mesmo de assinarem o papel, pois geralmente essa gente vive numa "baixaria" total e com tamanha promiscuidade que nem fazemos idéia. O escândalo, muitas vezes e a roupa suja é lavada dentro da própria delegacia! E creia: Muitas vezes, depois do bate boca, os dois saem de lá, na boa...

    Por está razão, é que é preciso lutar, insistir, malhar na tecla que malhamos.

    Para você deu certo, foi muito bom, e que maravilha, se todos fossem iguais a você! Mas infelizmente, não é assim no todo. Mas é, claro, um bom começo, apenas o começo.

    Obrigada mana, pela sua sempre participação aqui.

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  10. Ola, conceição.
    Gostaria de agradecer a retribuição da visita e dizer, sem me preocupar com cliches:Adorei o seu blog, menina!! A aproveito pra confessar que dei muuuuitas boas gargalhadas lendo o post anterior . Concordo plenamente com você: o banheiro é o melhor lugar do mundo!
    Beijos.

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  11. Enfim, finalmente chegamos a um consenso.Hahaha..A Lei possibilitou um grande avanço, embora tenha suas falhas ainda, como todas a Leis exitentes no nosso extenso país.É sempre um prazer participar aqui no seu blog, onde há informação, lazer e divertimento. Um grande abraço da mana goiana.:)

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  12. Con,
    Tudo o que escreveu é muito sério.
    Infelizmente como a própria Luna disse, não acontece só no Brasil. Acontece principalmente onde o machismo ainda impera. Muitos homens ainda se sentem superiores e acham que por serem mais fortes fisicamente podem subjugar a mulher.
    Triste,muito triste.
    Já escrevi que tive uma educação moldada no século XIX. Meu pai ainda pertencia àqueles homens que achavam que mulheres serviam só para casar e cuidar do marido. Nunca apanhei fisicamente dele mas sofri muito com o modo como era tratada.
    Mas no topo de tudo ainda está a indiferença. Essa dor não aparece, não tem hematomas, não é considerada e quando a mulher quer contar sua dor, geralmente não é ouvida e o marido logo a taxa de chata, de doida e coisas piores.
    Até quando será que vamos sofrer com essa disputa covarde?
    Abraço amiga!
    Angel

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  13. Con, eu também não entendo o que leva uma mulher a apanhar e continuar na companhia de um indivíduo tosco. Constrangimento físicos e ou morais são crimes e, embora a lei Maria da Penha ainda não seja o suficiente, como você menciona, ela existe e deve ser invocada. Acredito que a progressão de um lei se faça a partir do histórico da sua aplicação/utilização. Quando uma mulher lipendiada deixa de apresentar a devida queixa, está contribuindo para que esta mesma lei não progrida.

    o que é preciso entender, penso, que este é mais um problema tão recorrente em nosso cotidiano que está implicitamente ligado a outro ainda maior: a Educação.

    Outro aspecto é o medo. Retaliação, novas ameaças que podem levar a outras ocorrências. Creio que uma pessoa não pode se submeter a este tipo de vida, pois se no caso estiver também contido o fato de não ter condições para viver sozinha, é preciso acreditar que "sair, buscar um recurso na família, nos amigos, pedir socorro à sociedade, ainda é melhor do que apanhar".

    Em qualquer situação, por pior que ela seja nos aspectos situacionais o indivíduo pode conseguir se superar, mas quando falta a dignidade e principalmente o amor próprio, é o fundo do poço.

    Parece que tudo se resume aqui: o amor próprio.

    Beijão querida.

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  14. Oi, lindona!

    Tu que convive com essas mulheres sabes bem o sofrimento que elas passam. Só não consigo entender pq elas voltam de cabeça baixa para voltarem depois de outra surra. Se meu marido encostasse a mão em mim seria uma vez só. Não admito homem bater em mulher.

    Contei para meu marido o que aconteceu contigo e o marido e ele deu muita risada, pq ele tem diversos episódios desses.

    Bjim.

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  15. Estive por aqui aprendendo com os seus escritos!
    Abraço Ademar!!!

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  16. Olá Con!! É triste essa situação, o pior é que sempre tem alguém que dá um jeitinho para a mulher em questão sentir-se culpada.
    Ou seja, se apanhou é porque provocou...
    E o pior, é que isso não é só no Brasil que acontece...
    Mesmo em país de "primeiro mundo" essa é uma triste realidade.
    bjs

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  17. Complicado falar sobre isso as opiniões são divergentes nos casos de uma mulher se "deixar"passar por uma situação dessas..
    acho que é pq não entendo como é possivel..
    Larga o infeliz de uma vez..some..lá sei..

    Mas o "homem"que levanta a mão para uma mulher não é digno nem das calças que veste.

    Beijos

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  18. Olá Con, boa tarde!
    Este assunto é muito sério, e infelizmente não é só no Brasil e em Espanha. Aqui em Portugal também há disso, apesar de já ter sido pior em outras épocas. Eu própria fui vitima desse crime com o meu 1º marido que era o pai ( já faleceu) de 2 filhos que tenho. Foi feio demais. Era vinho! Mas divorciei-me, apesar de naquele tempo não ser fácil. Mas graças a Deus já passou, e as leis agora aqui já são outras, há mais protecção às mulheres maltratadas, mas é se elas denunciarem, claro, que é coisa que elas às vezes não fazem, por vários motivos. Eu, se fosse hoje,agiría de outra maneira. Aqui em Portugal, até os visinhos podem denunciar o agressor...e é coisa que eu farei sem dúvida se acaso presenciar alguma situação dessas. Sei de um caso (nem lhe chamo homem) que até foi preso por bater na esposa. ASSIM DEVIA SER COM TODOS! Bater numa mulher, nem com uma flor! Mas ainda há muitos casos desses infelizmente!
    Beijinhos querida
    Quando puder vá ao meu blog ver a homenagem que fiz à minha mãezinha que partiu para o Senhor há 1 ano com 96 aninhos.
    Um abraço grande.

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  19. Entre o que vejo e o que digo,
    entre o que digo e o que calo,
    entre o que calo e o que sonho,
    entre o que sonho e o que esqueço,
    a poesia.
    Desliza entre o sim e o não:
    Diz o que calo,
    cala o que digo,
    sonha o que esqueço.
    Não é um dizer: é um fazer.
    É um fazer que é um dizer.
    A poesia se diz e se ouve: é real.
    E, apenas digo é real, se dissipa.
    Será assim mais real?

    (Octávio Paz – México)

    Desejo uma semana iluminada, com muita paz e amor.
    Do amigo
    Eduardo Poisl

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  20. Se me permite, vou repetir o comentário que postei no blog da Aninha Pontes sobre o mesmo tema:
    Antigamente se dizia que era coisa de gente sem instrução, de pobres, de periferia. Com o tempo - os Doca Street da vida - percebeu-se que isso acontece em todas as camadas da sociedade. Nas classes baixas acreditava-se na dependência financeira da mulher para alimentar a si e aos filhos, e nas classes altas?
    O fato é que, mesmo que tenhamos dificuldade de entender, em todas as classes existe a impunidade ou a punição mínima para os covardes.
    Coragem para as mulheres e crianças violentadas -e os homens també, lógico - para denunciarem e nada de ouvidos moucos dos vizinhos que, com seu silêncio, podem tornar-se cúmplices de crimes mais graves.

    ResponderExcluir
  21. Conceição querida:
    Como estive com filhotes em casa neste final de semana e feriado, não tinha vindo aqui, nem em outro blog. Apenas agora a tarde, que todos já se foram, que comecei a visitar os amigos.
    Fui lá no Ery, e vi o comentário, corri aqui, pois postei hoje pela manhã, sobre o mesmo assunto, sem saber do seu.
    Mas acho importante falarmos sobre o assun to, porque como disse lá, ainda não entendo como essa recorrência acontece, e como acontece.
    Acho que na verdade, é mais pela humilhação, pela vergonha de se sentir fraca, frente a força bruta desses brutamontes, que essas mulheres se calam, e pior, se sujeitam a repetidas vezes de violência.
    Ainda, o povo tem aquela máxima de dizer, que não adianta reclamar, no que acho, estão errados. Adianta sim, reclamar, botar a boca no mundo, gritar, sapatear, enfim...
    Enquanto isso, temos também nossa parte de responsabilidade, que é educar bem nossos filhos, mostrar a eles que o amor e o respeito é a base de tdo, para que jamais batam ou apanhem.
    Desculpe me alongar. É que o assunto é sério e merece que falemos muito sobre.
    Um beijo grande.

    ResponderExcluir
  22. Bom, vamos fazer uma paradinha.
    Eu quero, desde a Espanha, felicitar a todos vocês, por o dia do descobrimento do Brasil.
    Felicidades.
    Luna

    ResponderExcluir
  23. Olá Conceição

    Nós, o gang dos jornalistas, somos assim. Todinhos. Não te conheço pessoalmente, muito menos o Nello, mas conheço bem São Paulo, O Estadão, dos Mesquitas, (O ESP, com o qual assinei um acordo de Exclusivos com o DN daqui de Lisboa),a Casper Líbero, na Paulista. Depois, conto-te.

    Ou seja, conheço alguma coisa do Brasil - de que gosto muito. Disso, podes ter a certeza.Vi-te no Panorama do Pedrão Luso de Carvalho, boa praça.

    Por isso - aqui me tens. Já sou teu (per)seguidor. Faz o mesmo comigo, se quiseres, na Minha Travessa. Até lá escreve, de Brasília, um Bahiano, excelente jornalista a quem nomeei há uns anos correspondente do mesmo DN, um tal José Fonseca Filho.

    A propósito ou des, peço-te que, se também o quiseres fazer, informes os teus capangas deste ataque à mão desarmada e lhes digas que muito gostarei de os ver também lá pelo meu blogobarraco. 'tobrigado.

    Qjs = queijinhos = beijinhos

    PS - As mulheres, em qualquer parte do Mundo, estão a conquistar a sua emancipação - o que é magnífico. Mas são elas que o têm de fazer. Os machos nunca darão nada - a ninguém. E eu sou casado há 45 anos - e sempre com a mesma mulher...

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  24. Parabéns pelo post!
    Não devemos deixar que nada abale nossa dignidade!
    Beios

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  25. ótima postagem! realmente as mulheres precisam ser tratadas com respeito e dignidade.

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  26. Conceicao, que texto esse o seu viu.

    Mas olha, deixa eu te falar, há muito disso por aqui também. Sao os chamados de "A Sociais".

    Apesar da coisa ficar feia por aqui, muita mulher tem medo de ir denunciar o marido. Há tb muitos estrangeiros envolvidos. Eles têm problemas de visto, nao podem ficar no país, nao arrumam emprego e ai descontam na mulher.

    Já queira te dizer: Você está liiiiiiiiiinda com este corte de cabelo. Ficou ótimo em você e ficou bem jovem também.

    Nao esquece de plantar sua árvore hoje...

    Um grande beijo

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  27. Con Duarte

    filha,

    Essa mulherada é difícil de ser entendida mesmo!

    Coisas incríveis se passam dentro de um lar,com relação aos pais verdadeiros, ou padrastos e os filhos dela, ou do casal e as bandidas não denuciam! Acredita?

    É a vida,como ela é....

    Beijos da mamis e Deus te sempre.

    Aidinha

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  28. Apanhar? Nunca mais. Já chega o que apanhei. Até hoje tenho marca das pancadas. Chega, não quero mais apanhar.

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  29. Homem que bate em mulher é um canalha e covarde porque sabe que uma mulher não o consegue enfrentar, não tem força para isso. Eu sempre dizia que se meu marido me batesse eu também bateria nele, mas não foi isso que aconteceu quando ele me bateu. Eu fiquei quieta,pois o pavor foi muito. Apanhei fiquei cheia de hematomas que precisei esconder da minha família,pois eles não aceitariam esse tipo de atitude. Apanhei outras vezes e agi da mesma forma. Tenho medo dele, pois quando ele bate, bate pra valer.

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  30. Eu apanhei muito do meu ex-marido. apanhava todos os dias, mas casei com ele porque me faltou juízo, pois ele era quase catorze anos mais velho do que eu e já me batia quando namorávamos. Apanhei na viagem de lua de mel. cheguei a levar duas surras por dia. vivia com hematomas, manca me cobrindo toda para não mostrar as marcas. Só consegui me livrar dele depois de mais de três anos. Não tive filhos e apanhei muito por não engravidar, mas o problema não era meu já que hoje tenho filhos. O irmão dele também me bateu algumas vezes pois ele permitia. Apanhei do irmão dele na frente da família toda e ninguém me defendeu.

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